Replit encerra parceria com Anthropic, afirma CEO
O CEO da Replit disse que a empresa deixou de trabalhar com a Anthropic por custos, desempenho e estratégia, apesar de relatos de que a colaboração ainda continua.

Em resumo
- Replit deixou de trabalhar com a Anthropic, segundo o CEO Amjad Masad
- A decisão foi baseada em custo, desempenho e avaliação de parceria, citando benchmarks internos
- A mudança pode afetar desenvolvedores que usam os modelos Claude e Opus na plataforma
Replit, a plataforma de codificação alimentada por IA que se tornou popular entre fundadores de startups e desenvolvedores, anunciou que não trabalha mais com a Anthropic, segundo o CEO e co‑fundador Amjad Masad, que fez a declaração no palco do TechCrunch Disrupt.
Masad atribuiu a decisão a vários fatores, entre eles o custo, e afirmou que "acho que o ChatGPT está melhor agora". Ele explicou que a empresa usa um benchmark interno e outro público para avaliar métricas como desempenho, e que os modelos Sol e Astra superam na criação de aplicações "vibe‑coded" do zero.
A Replit vende uma plataforma de desenvolvimento na nuvem onde os usuários criam e implantam apps diretamente no navegador. Até recentemente, a parceria com a Anthropic permitia que a plataforma rodasse os modelos Claude, contribuindo para um crescimento significativo da receita. Em agosto, a empresa anunciou uma parceria com a OpenAI, mas não indicou que a colaboração com a Anthropic havia sido encerrada.
“Ele explicou que a empresa usa um benchmark interno e outro público para avaliar métricas como desempenho, e que os modelos Sol e Astra superam na criação de aplicações "vibe‑coded" do zero.”
Os comentários de Masad foram contestados por insiders que afirmam que a parceria ainda está em vigor. Um contato familiar com o assunto apontou que a colaboração continua, e há evidências no site, blog e redes sociais da Replit de uso dos modelos Claude Fable 5, Claude Fable 5.1 e do modelo de destaque Opus 5.5 em ambientes de produção nas semanas anteriores.
Durante a mesma palestra, Masad revelou que a fatia de receita proveniente de contratos empresariais subiu de 2 % no ano passado para cerca de 15 % neste ano, enquanto mais de 50 % da receita total vem de clientes B2B. Ele também destacou a necessidade de "habitat" adequado para agentes de IA, incluindo orquestração, recuperação de erros, segurança, sandboxing, rede, identidade e autorização, para garantir implantações seguras.
O que observar
- Possível esclarecimento oficial da Replit sobre o status da parceria com a Anthropic
- Continuidade ou substituição dos modelos Claude e Opus na plataforma
- Impacto da parceria com a OpenAI nos recursos oferecidos aos desenvolvedores
- Evolução da participação de receita empresarial e B2B nos próximos trimestres
Perguntas frequentes
Por que a Replit decidiu encerrar a parceria com a Anthropic?
Masad explicou que a decisão foi baseada em custo, desempenho e avaliação de parceria, citando benchmarks internos que mostraram melhores resultados com outros modelos.
A parceria com a Anthropic realmente terminou?
Embora Masad tenha afirmado o fim, um insider disse que a parceria ainda está em vigor e há evidências de uso recente dos modelos Claude e Opus.
Em números
- Masad revelou que a fatia de receita proveniente de contratos empresariais subiu de2 %
- no ano passado para cerca de15 %
- neste ano, enquanto mais de50 %
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