A gigante chinesa Alibaba disponibilizou os arquivos do seu modelo de ponta Qwen3.8-Max para download gratuito. Contudo, empresas de grande porte com faturamento superior a US$ 50 milhões terão de pagar por uma licença comercial específica.
A empresa vai substituir os dois ícones do Copilot no Windows por um único aplicativo que combina as versões consumidor e empresarial. A mudança traz uma interface renovada, integrando chat, geração de imagens e recursos do Microsoft 365 em um só lugar.
As duas principais fundições de semicondutores da China, SMIC e Hua Hong, registraram aumentos de lucro de 262% e 386% no segundo trimestre, impulsionados pela procura por chips de IA produzidos localmente e isentos de restrições dos EUA. Os resultados destacam a crescente autonomia da China no setor de IA.
A OpenAI lançou o Preview Ultrafast, um novo nível de serviço da API que promete acelerar o modelo GPT‑5.6 Sol em até 14 vezes. Com hardware da Cerebras, a oferta entrega até 750 tokens por segundo, abrindo portas para aplicações que exigem respostas quase em tempo real.
A startup chinesa DeepSeek atualizou seu modelo de IA, o DeepSeek‑V4‑Pro‑0813, que recebeu críticas mistas: desenvolvedores acharam o desempenho geral fraco e o preço elevado, enquanto especialistas elogiaram sua eficácia em tarefas de segurança cibernética.
A empresa Anthropic implementou um novo sistema de marca d'água para seu modelo de inteligência artificial Claude, o que está gerando controvérsia entre os usuários. Alguns estão reclamando que essa medida os impedirá de usar o modelo para fins não autorizados, como fazer tarefas de trabalho ou escola. A marca d'água é uma técnica que permite identificar se um texto foi gerado por um modelo de IA.
A Cognition, uma startup de inteligência artificial especializada em codificação, está em negociações para levantar mais fundos. A valorização da empresa pode chegar a US$ 40 bilhões, um aumento significativo em relação à valorização de US$ 26 bilhões apenas alguns meses atrás. Isso demonstra o grande interesse do mercado em tecnologias de IA aplicadas ao desenvolvimento de software.
Três dos principais especialistas em Inteligência Artificial do mundo defenderam a importância do acesso aberto à tecnologia. Isso acontece em um momento em que as preocupações com a segurança da IA estão aumentando. Eles discutiram regulamentação, acesso de código aberto e como os EUA podem competir com o avanço da China na Ásia.
A startup apoiada pela OpenAI recebeu um aporte de US$ 2 bilhões, elevando sua avaliação para US$ 12 bilhões. Investidores como SoftBank e D1 Capital lideram a rodada, sinalizando forte interesse no mercado corporativo de inteligência artificial.
Os usuários do Twitch agora têm a opção de não permitir que seu conteúdo seja usado para treinar os modelos de IA gerativos da Amazon. Essa decisão não afeta funcionalidades como legendas e ferramentas de segurança. A mudança visa dar mais controle aos criadores de conteúdo sobre como seu trabalho é utilizado.
A gigante chinesa Tencent quase triplicou seus gastos de capital no último trimestre para acelerar projetos de inteligência artificial. O esforço resultou em receita de 204,8 bilhões de yuans, 11% maior que no ano anterior, superando as estimativas dos analistas.
Mark Zuckerberg, CEO da Meta Platforms, publicou um ensaio de 6.500 palavras sobre sua visão para a inteligência artificial, defendendo o desenvolvimento de modelos de peso aberto e argumentando que a sobre-regulamentação pode levar à perda da liderança dos EUA para a China. O empresário destaca a importância da liderança americana em IA para a prosperidade e segurança dos EUA e seus aliados.
A startup de inteligência artificial ModelBest deu início ao processo preparatório para abrir capital na China. Parceira de gigantes como Samsung e Huawei, a empresa foca em modelos de IA compactos e leves, projetados para rodar diretamente em aparelhos sem depender de superchips importados.
Um estudo da OpenAI mostra que corporações estão passando de usar IA como apoio a utilizá‑la para executar processos completos, com ferramentas como ChatGPT e Codex. As organizações mais avançadas já colhem ganhos de produtividade, enquanto outras ainda começam a explorar esse potencial.
A gigante chinesa Alibaba introduziu planos pagos para seu assistente de IA Qwen, com valores a partir de US$30 por ano. A iniciativa busca medir o interesse de empresas e consumidores brasileiros e globais por serviços de IA sob demanda.
Com a arquitetura modular CUBE 5.0, a Alibaba Cloud promete acelerar a construção de data centers voltados para inteligência artificial. O novo método reduz o tempo de entrega para cerca de 100 dias e diminui os custos em 10%.
A Meta apresentou o Muse Glimmer, modelo de 30 bilhões de parâmetros que pode ser executado em computadores pessoais, sinalizando uma nova ofensiva contra os modelos abertos da China. A iniciativa busca atrair clientes americanos preocupados com possíveis regulações de IA nos EUA.
A fabricante de chips Nvidia negocia uma parceria histórica com grandes fundos de investimento norte-americanos para viabilizar US$ 500 bilhões em infraestrutura de IA. A iniciativa visa financiar a expansão da capacidade física e computacional necessária para a nova era da inteligência artificial.
Pesquisa da Jefferies indica que o preço médio para rodar modelos de IA chegou a US$1,16‑US$1,18 por milhão de tokens, o menor da série em 2026. A queda reflete uma disputa global de preços e a adoção crescente de ferramentas chinesas de código aberto, como as da DeepSeek.
A plataforma Model ML passou a utilizar o GPT-5.6 Sol para acelerar análises e pesquisas financeiras. A tecnologia gera materiais editáveis diretamente no Excel e PowerPoint.