Grandes compradores da Nvidia foram alertados de que os servidores com chips de inteligência artificial da empresa ficarão mais de 15% mais caros. Os novos valores devem entrar em vigor no início do próximo ano devido à alta nos custos de memória.
A Nvidia destinou 1,5 bilhão de dólares à empresa de data centers da SoftBank, assegurando que seus processadores alimentem os servidores da OpenAI. O movimento reforça a parceria entre hardware de ponta e a crescente demanda por capacidade de IA.
Nvidia compromete-se a cobrir até US$105 bilhões em pagamentos de aluguel para viabilizar o novo centro de dados da OpenAI em Ohio, desenvolvido pela SB Energy. A empresa também investirá US$1,5 bilhão e assegurará até 8 GW de capacidade de computação IA no local.
A Groq garantiu um novo investimento de US$ 350 milhões, alcançando uma avaliação de mercado de US$ 3,5 bilhões. O aporte vai financiar a transição estratégica da empresa de fabricante de chips para provedora de infraestrutura em nuvem.
A fabricante chinesa de chips de IA Biren Technology estima que sua receita do primeiro semestre de 2026 pode crescer mais de 2.000%, refletindo a crescente demanda por processadores domésticos. A empresa, que abriu capital em Hong Kong no início do ano, entra na corrida ao lado de nomes como Hygon e Cambricon.
A fabricante de chips Nvidia negocia uma parceria histórica com grandes fundos de investimento norte-americanos para viabilizar US$ 500 bilhões em infraestrutura de IA. A iniciativa visa financiar a expansão da capacidade física e computacional necessária para a nova era da inteligência artificial.
Os maiores modelos de linguagem da China continuam sendo treinados em chips da Nvidia, pois a migração para semicondutores nacionais ainda é cara e complexa. A falta de compatibilidade e o alto custo de adaptação atrasam a estratégia de autossuficiência do país.
A startup chinesa de chips de IA, Moore Threads, registrou um crescimento de 147% na receita do primeiro semestre e anunciou planos de abrir capital em Hong Kong. A iniciativa busca captar recursos e ampliar sua presença internacional, reforçando a corrida da China por autonomia em tecnologia de computação.