A Meta lançou o modelo de inteligência artificial Glimmer, que pode ser baixado e executado em hardware próprio. Isso contrasta com o modelo mais poderoso da empresa, o Muse Spark, que permanece restrito atrás de suas próprias APIs. O lançamento foi acompanhado de uma carta de Mark Zuckerberg defendendo que a IA deve ser 'para todos'.
Apple desenvolveu um modelo de linguagem grande focado no mercado chinês, contando com a colaboração da Alibaba. A iniciativa, rara em meio às tensões entre EUA e China, pode dar à empresa mais autonomia nos seus dispositivos no país.
A startup chinesa DeepSeek disponibilizou a versão preliminar do Harness, um framework que transforma modelos de linguagem em agentes capazes de executar código e interagir com softwares externos. O lançamento sinaliza uma mudança estratégica da empresa, que busca competir no emergente mercado de agentes de IA, ao lado de gigantes como OpenAI e Anthropic.
A IBM e a OpenAI anunciaram uma parceria para impulsionar a adoção de inteligência artificial nas empresas. A parceria inclui a capacitação de dezenas de milhares de consultores da IBM nas tecnologias da OpenAI. Isso deve ajudar a expandir a presença da inteligência artificial nas empresas.
A assistente animada Mico, que dava personalidade ao modo de voz do Microsoft Copilot, será retirada do produto e migrada para a plataforma de aprendizado Learn Live. A mudança faz parte da estratégia da Microsoft de repensar como seus assistentes virtuais interagem com os usuários.
A OpenAI nomeou Dali Rajic como Chief Revenue Officer, encarregado de conduzir sua estratégia de faturamento mundial e ajudar empresas a aproveitar ao máximo a inteligência artificial. A contratação destaca a intenção da empresa de ampliar sua presença comercial e acelerar a adoção de IA nos negócios.
A OpenAI acaba de lançar uma versão acelerada do seu modelo de IA mais poderoso, visando atrair usuários empresariais. Essa nova modalidade, chamada de 'Ultrafast', promete aumentar a velocidade do GPT-5.6 Sol em até 14 vezes. Isso pode revolucionar a forma como as empresas utilizam a inteligência artificial em seus processos.
A startup chinesa Zhipu (Z.ai) revelou seu modelo de IA GLM‑5.3, que obteve 84,5% de acerto no benchmark CyberGym, ultrapassando o Mythos 5 da Anthropic. O resultado destaca a corrida da China para fechar a lacuna tecnológica em defesa cibernética contra soluções ocidentais.
A Meta lançou o Glimmer, um modelo de inteligência artificial de código aberto que pode ser baixado e executado em qualquer hardware. Isso contrasta com o Muse Spark, um modelo mais poderoso que permanece restrito atrás das APIs da empresa. O lançamento ocorreu ao lado de uma carta de Mark Zuckerberg defendendo que a inteligência artificial deve ser acessível a todos, e não controlada por poucos laboratórios.
Guangdong, a província mais próspera da China, assinou um acordo com a Alibaba para impulsionar sua agenda de inteligência artificial, semicondutores e serviços digitais. O pacto prevê maior investimento em poder de computação e modelos de IA, reforçando a estratégia chinesa de liderança tecnológica.
A maior fabricante chinesa de chips por contrato, SMIC, anunciou que vai investir em mais equipamentos para suas fábricas após a demanda por chips de nós maduros, usados em conjunto com processadores de IA, superar as previsões. O crescimento vem da corrida global por infraestrutura de inteligência artificial, que tem causado escassez de componentes.
Enquanto pesquisava ultrassonografias cerebrais, um neurocirurgião de Pequim utilizou inteligência artificial para resolver um problema matemático aberto desde 2004. O caso surpreendeu a comunidade acadêmica global ao demonstrar o potencial da IA na ciência.
Uma empresa de tecnologia apresentou um novo modelo de inteligência artificial que promete reduzir os custos de desenvolvimento. O modelo é baseado em uma variação pós-treinamento de um modelo de código aberto e oferece capacidades prontas para implantação a um custo muito menor. Isso pode ser um grande avanço para empresas que buscam utilizar a IA sem gastar muito.
Denise Dresser, que chegou à OpenAI como diretora de receitas após comandar a Slack, anunciou que deixará a empresa nas próximas semanas. A vaga será assumida por Dali Rajic, enquanto a empresa já registra outra saída de alto nível nesta mesma semana.
Pesquisadores da Anthropic descobriram que agentes de IA podem entrar em conflito, colaborar e coordenar de maneiras inesperadas. Isso levanta novas questões sobre a segurança de sistemas que envolvem múltiplos agentes de IA. A pesquisa mostra que os testes de segurança atuais podem não ser suficientes para capturar os riscos desses sistemas.
A OpenAI, empresa por trás do chatbot ChatGPT, realizou uma mudança significativa em sua equipe executiva, substituindo a diretora de receita. A mudança reflete a contínua reestruturação da empresa. A nova diretora de receita chega de outra empresa de tecnologia.
A nova versão do Suno Studio traz suporte a MIDI, recurso mais pedido pelos usuários, e avança rumo a uma estação de trabalho de áudio digital. Apesar da ausência de plugins de terceiros, a ferramenta já inclui um sintetizador interno que permite criar músicas com IA de forma mais prática.
A Microsoft está simplificando sua plataforma de inteligência artificial, conhecida como Copilot, combinando as versões para consumidores e empresas. Além disso, a empresa descontinuará alguns recursos de IA que não obtiveram sucesso, como podcasts gerados por IA e chats em grupo. Essa mudança visa melhorar a experiência do usuário e focar em funcionalidades mais úteis.
Um experimento de cinema gerado por inteligência artificial mostrou que as cenas mais impactantes são aquelas criadas por pessoas, destacando limites da IA e a importância da criatividade humana.
Uma grande reorganização no Google DeepMind resultou no afastamento executivo de seus principais cientistas para acelerar o lançamento de produtos comerciais. A guinada expõe a tensão entre pesquisas científicas de longo prazo e a pressão para combater rivais como OpenAI e Anthropic. Especialistas apontam risco de fuga de cérebros e questionam se a gigante conseguirá manter a liderança na fronteira da tecnologia.