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Amazon abandona NDAs em negociações de data centers nos EUA

Amazon segue a Microsoft e anuncia que não usará mais acordos de confidencialidade ao negociar centros de dados com governos locais, buscando melhorar a transparência.

Publicado 2 min de leituraTechCrunch — Artificial IntelligenceCuradoria automatizada
Amazon abandona NDAs em negociações de data centers nos EUA
Foto: Brett Sayles/Pexels

Em resumo

  • Amazon decidiu não usar mais NDAs ao negociar data centers com governos locais
  • A medida segue anúncio anterior da Microsoft e visa maior transparência
  • Especialistas apontam que a falta de comunicação tem alimentado moratórias e resistência comunitária

Amazon anunciou que deixará de usar acordos de confidencialidade (NDAs) nas negociações com governos locais sobre a construção de data centers, alinhando‑se à Microsoft, que fez anúncio semelhante no início do ano. A mudança foi apresentada em um post de blog que argumenta que os data centers trazem benefícios às comunidades.

O que aconteceu

No episódio mais recente do podcast Equity da TechCrunch, Sean O’Kane, Rebeccan Bellan e o autor da matéria discutiram o anúncio da Amazon. Eles ressaltaram que a decisão foi inserida em um texto maior que defendia a utilidade dos data centers, mas que ficou pouco destacada. A Microsoft, citada como precursora, também anunciou a eliminação de NDAs em negociações semelhantes.

Os participantes apontaram que a resistência das comunidades costuma se manifestar em moratórias de um a dois anos, embora os centros de dados ainda demorem vários anos para entrar em operação. Rebecca Bellan destacou que esses atrasos podem ser causados por questões de zoneamento e financiamento.

“No episódio mais recente do podcast Equity da TechCrunch, Sean O’Kane, Rebeccan Bellan e o autor da matéria discutiram o anúncio da Amazon.”

Sean O’Kane afirmou que a raiz do problema é a comunicação: “A indústria faz um péssimo trabalho explicando a si mesma”, e que a falta de transparência nas negociações – muitas vezes feitas em segredo – alimenta a desconfiança. Ele citou o caso da Uber nos meados da década de 2010, que negociava subsídios fiscais de forma oculta, como exemplo de prática que gera frustração pública.

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