Z.ai e MiniMax podem permanecer deficitárias até 2030, aponta Macquarie
Analistas da Macquarie preveem que as empresas chinesas Z.ai e MiniMax ainda terão prejuízo até 2030, apesar do crescimento de receitas.
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Analistas da Macquarie preveem que as empresas chinesas Z.ai e MiniMax ainda terão prejuízo até 2030, apesar do crescimento de receitas.
Enquanto a Z.ai, de Pequim, impressiona com crescimento de receita e desempenho de seus modelos de IA, a MiniMax, de Xangai, enfrenta desafios pós-IPO. As duas empresas chinesas, que prometiam capitalizar a demanda global por inteligência artificial, agora mostram trajetórias divergentes.
A empresa chinesa de inteligência artificial MiniMax registrou um crescimento de 283% na receita no primeiro semestre, impulsionada pelo setor corporativo. No entanto, o desempenho ainda está abaixo das previsões para o ano, em meio a um mercado de IA cada vez mais concorrido.
A empresa chinesa de IA MiniMax aumentou em 220% o teto de gastos com serviços de nuvem da Alibaba, chegando a US$ 1,2 bilhão, refletindo a crescente demanda por poder computacional para treinamento e inferência de modelos de IA.