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Escritório de advocacia australiano mostra como adotar IA com governança rigorosa

O escritório Gilbert + Tobin virou case de sucesso ao implementar ChatGPT Enterprise e Codex da OpenAI com controle rígido e supervisão humana. Veja como empresas podem escalar IA com segurança.

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Escritório de advocacia australiano mostra como adotar IA com governança rigorosa
Foto: Pavel Danilyuk/Pexels

Enquanto muitas empresas ainda hesitam em adotar ferramentas de IA por medo de riscos, o escritório de advocacia australiano Gilbert + Tobin mostra que é possível implementar a tecnologia com governança rigorosa. A firma combinou comprometimento da liderança (com o CEO pessoalmente envolvido), protocolos rígidos de controle e supervisão humana para escalar o uso do ChatGPT Enterprise e do Codex, ambos da OpenAI, em seus processos internos.

O caso chama atenção por mostrar um modelo replicável: em vez de proibir ou adotar IA sem critérios, a empresa estabeleceu um framework de responsabilidade. 'Toda saída de IA é revisada por um humano antes de ser usada em documentos ou decisões', explica o material divulgado. A abordagem permitiu ganhos de produtividade em pesquisa jurídica e análise de contratos, mas mantendo padrões éticos e de precisão.

Para o mercado brasileiro, o exemplo serve como referência em um momento em que escritórios de advocacia e outros setores começam a testar IA generativa. A lição é clara: a tecnologia avança rápido, mas implementações corporativas bem-sucedidas dependem de governança tão sofisticada quanto os algoritmos em si.

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